Liliana Buzolin

São Paulo, 1980

CONTATO INSTAGRAM:  @lilibuzolin

 

FORMAÇÃO, CURSOS LIVRES E PARTICIPAÇÕES

Engenharia de Produção, USP (2002); Artes Visuais, Panamericana Escola de Arte e Design (2017 a 2019); Disparos para Produção com Julie Belfer (2018 a 2020); Acompanhamento artistico com Luciana Guilarducci (2020 a 2023); Programas de Desenvolvimento Galeria Tato (2020, 2022 e 2025); Curso Estudos Cromáticos Prof Monica Tinoco (2021)

 

BIOGRAFIA

Formada em engenharia, após 15 anos no mercado financeiro e corporativo atua desde 2017 exclusivamente como artista visual. 

A produção artistica é marcada pela aparente oposição entre formação e atuação atual: a engenheira é a “resolvedora de problemas”, e a artista é a “fazedora de perguntas”. Personas que encontram sinergia na constatação de que não é possível resolver os problemas sem fazer perguntas, e que para todo problema há inúmeras formas de solução.

Deseja com estes trabalhos aprender a habitar melhor o mundo (da forma como ele é); desmonta percepções para posteriormente remontar, camada por camada, em um processo contínuo de desaprender para aprender. Busca em sua própria vivência as referências pictóricas e conceituais dos trabalhos: fotos e registros autorais, objetos de acervo familiar, experiências pessoais. A intencão é sempre encontrar dentro dessa experiências pessoais aquilo que pode ser considerado “universal”, por isso deixa espaço ao observador para habitar os trabalhos, interagir com eles e chegar a suas próprias conclusões.

O corpo de trabalho se apresenta em uma ampla diversidade de suportes (colagem, fotografia, escultura em resina, pintutas) embora haja uma prevalência de pinturas. O assunto da cor é explorado com frequência, retomando e expandindo os estudos de interação da cor de Albers para investigar questões de transparência e da materialidade da sobreposição da tinta e do pigmento. A paisagem, outro assunto usual, é usada como suporte para reflexões sobre a imprecisão e a mutabilidade da memória: imagens que se desmancham, embaralham, e as vezes são recompostas em camadas, em versões melhoradas de si mesmas. Por ultimo, os jogos e brincadeiras constituem objetos interativos, tais como os bichos de Lygia Clark, criados com o intuito de estimular o público a buscar novas formas de reagir a estimulos pré-programados.

Visualmente, os trabalhos se constroem na convivência entre formas geométricas rigidas com formas organicos e cores variadas, aspecto que traz forma à dualidade engenheira-artista. A materialidade dos trabalhos surge a partir do tema: materiais e suportes são escolhidos de forma a ecoar o tema central, e é definido um processo de execução com etapas claras e ordenadas. Os trabalhos são desenvolvidos em séries, sendo que cada série possui sua propria “receita” de criação, que pode ser repetida sempre que necessário.               

 

SALÕES E CONCURSOS

2022    

Salão de Arte de Praia Grande

2021    

14º Salão de Arte Contemporânea de Guarulhos

17º Salão Ubatuba de Artes Visuais

4º Salão de Artes Visuais de Pinhais       

2020    

Bienal Oswaldo Goeldi

2019    

Salão de Artes Waldemar Belisário, Ilhabela, SP

 

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

2025    

“Opacidade Ressonante”, curadoria Filipe Campello, São Paulo, SP

2024    

“As coisas que estão guardadas nessas casas sem portas”, curadoria Paulo Gallina, São Paulo, SP

“Tanto Mar”, curadoria Shannon Botelho, Rio de Janeiro, RJ        

2023    

“Memórias do Futuro”, curadoria Shannon Botelho, Rio de Janeiro, RJ

 “Escalas em Uma paisagem humana”, curadoria Paulo Gallina, São Paulo, SP

2022    

“Dialetos”, curadoria Marcelo Salles, São Paulo, SP

“Itaca: cartografias de uma viagem”, curadoria Nancy Betts, São Paulo, SP

2021    

“A felicidade é apenas um sopro”, curadoria Paulo Gallina, São Paulo, SP

“É o céu la fora?”, curadoria Paulo Gallina, São Paulo, SP

2018    

“Ponto e Linha”, curadoria Rogério Martins, São Paulo

“(In)Consciente”, curadoria Rogério Martins,  São Paulo